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O que os atuais Polo, Golf, Jetta, Passat, Tiguan e minivan Touran tem em comum? Antes de responder, acrescente deste rol modelos de outras marcas do grupo Volkswagen, como Audi TT e A3, Skoda Octavia e Seat Leon - a lista cheia tem mais de duas dezenas de automóveis. Bem, o episódio é que todos eles são fabricados sobre o assunto uma única plataforma, a MQB.


Como se vê, ela é apto de doar origem a carros de segmentos imensos, de hatches e sedãs até SUVs, passando por cupês esportivos, peruas e minivans. E, ainda por cima, de tamanhos bem variados. E como isto é possível? Empreenda, a acompanhar, como uma única plataforma consegue oferecer origem a veículos tão diferentes. QUAL O Prazo Melhor Pra TROCA DO ÓLEO DO MOTOR, CAIXA DE CÂMBIO, FREIOS E DIREÇÃO HIDRÁULICA? O conceito de plataforma evoluiu bastante ao longo do tempo e, ao contrário dos primeiros monoblocos que substituíram as carrocerias sobre chassi, não é mais uma solução amarrada.

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A MQB (como esta de a recém-lançada plataforma do Focus, da Ford, ou a CMF da aliança Renault-Nissan) é modular. “Como o respectivo nome diz, a plataforma modular é compostas de abundantes módulos. Pra oferecer um exemplo claro, eles são capazes de ser desenvolvidos como um lego”, explica Reinaldo Muratori, Conselheiro da SAE Brasil.


Essa modularidade permite a utilização de uma vasto parte de componentes comuns, mesmo em automóveis de segmentos diferentes. Dependendo da indispensabilidade, são feitas modificações somente em alguns módulos, sem a inevitabilidade de modificar o restante da suporte. Desta forma, é possível diversificar praticamente todas as medidas, incluindo entre-eixos, largura e altura - a única capacidade geralmente fixa é a distância entre o eixo dianteiro e as pedaleiras.


Segundo Muratori, isso se tem que à presença de vários sistemas de segurança nessa porção do veículo. Variar cada modelo nesta divisão teria um custo muito grande. A principal vantagem da utilização de uma plataforma, desde as primeiras que foram formadas, é a diminuição nos custos que ela proporciona. Contudo a plataforma modular tem potencial de ampliar essas vantagens para um número bem maior de automóveis produzidos a respeito essa apoio. “Imagine que, no caso do grupo Volkswagen, veículos de marcas diferentes, em alguns casos de segmentos bem diferentes, como Audi e Skoda, podem usufruir essa mesma base”, analisa. Quando divulgou a estreia de tua plataforma modular, a CMF, a aliança Renault-Nissan garantiu que ela permitiria uma economia entre 20% e 30% no gasto de fabricação de seus carros.


As primeiras plataformas tinham as medidas entre-eixos fixa, com pequenas variações no tamanho do veículo em atividade de modificações nas porções dianteira e traseira do veículo. Por isso, uma plataforma acabava sendo associada a uma família de carros - hatch, sedã, perua, picape. Muratori, da SAE, afirma que as primeira evoluções vieram em função do tipo de carroceria que era montada sobre isto essa base. “O melhor modelo disso é o que a Ford fez a respeito da plataforma do Fiesta, montando o EcoSport.


Sobre a apoio de um modelo de entrada, ela construiu um mini-SUV, que era comercializado quase que pelo dobro do preço”, relembra. A evolução seguinte foi a variante da distância entre-eixos, passo anterior ao conceito de modularidade. “Percebeu-se que, com a troca de poucas peças, era possível ampliar o entre-eixos em cerca de 10 centímetros.

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